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VISUALIZAÇÕES NA SEMANA

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

ESTUDO DIRIGIDO 1

1) O MATERIAL GENÉTICO DE UMA CÉLULA HUMANA MEDE CERCA DE 1,8M. PARA CABER NA CÉLULA ELE DEVE ESTAR COMPACTADO, MAS PARA SER USADO ELE DEVE ESTAR RELAXADO. COMO ESTE PARADOXO É RESOLVIDO?
falas sobre a compactação da cromatina e a dinâmica conformacional que o DNA sofre, relaxando as regiões que serão usadas e compactando as que não serão.

2) O QUE OCORRERIA EM UMA CÉLULA QUE NÃO FOSSE CAPAZ DE EXPRESSAR A CICLINA RESPONSÁVEL PELA FASE M?
não seria capaz de entrar em processo de divisão

3) EXPLIQUE COMO OCORRE A DETERMINAÇÃO DO SEXO EM NOSSA ESPÉCIE.
falar sobre o sistema XY

4) COMO É FEITA A CLASSIFICAÇÃO DOS CROMOSSOMOS?
abordar as classificações por posição do centromero, tamanho e perfil de bandeamento

5) O QUE SÃO ANEUPLOIDIAS? O QUE AS PROVOCA?
definir aneuploidia e descrever os efeitos da não disjunção (tanto na mitose quanto na meiose, lembrando que na mitose gera mosaicismo)

6) DIFERENCIE OS PRINCIPAIS TIPOS DE ANOMALIA CROMOSSÔMICA ESTRUTURAL.
caracterizar os diferentes tipos de anomalia estrutural (deleção, duplicação, inversão, isocromossomos e translocação)

7) COMO PODEMOS EXPLICAR O FATO DE ALGUNS TIPOS DE REARRANJOS CROMOSSÔMICOS ESTRUTURAIS RESULTAREM NA OCORRÊNCIA DE SÍNDROMES TIPICAMENTE NUMÉRICAS?
explicar que em rearranjos intercromossômicos (translocação) pode haver transferência de parte de um cromossomo para outro, caracterizando uma trissomia parcial no zigoto formado

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

TESTE 23 09 2016

TESTE
1 – DE QUE FORMA AS CICLINAS E OS CDKs CONTROLAM A PROGRESSÃO DO CICLO CELULAR
Comentar que estas proteínas agem na ativação/inativação das proteínas responsáveis pelos processos celulares que caracterizam cada uma das fases do ciclo, a partir da associação entre ciclinas e cdks específicos.

2 – ELABORE UM QUADRO COM AS DIFERENÇAS ENTRE MITOSE E MEIOSE
fazer um quadro com 3 colunas: diferença, mitose e meiose. Em cada linha relacionar: tipo celular no qual ocorre, número de células formadas, numero de divisões, ocorrência de crossing-over, processos nos quais ocorre, etc....

3 – CARACTERIZE OS PRINCIPAIS TIPOS DE ANOMALIA CROMOSSÔMICA DO TIPO ESTRUTURAL
Dar as características de deleção, duplicação, isocromossomos, inversão e translocação

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

ODONTO - PARA PROXIMA AULA

PARA PROXIMA AULA:
EVENTUALMENTE OCORREM ERROS NA SEPARAÇÃO DOS CROMOSSOMOS. O QUE LEVA ISTO A ACONTECER?

PORQUE INDIVÍDUOS COM NÚMERO INCORRETO DE CROMOSSOMOS APRESENTAM SÍNDROMES?

ODONTOLOGIA - AULA CROMOSSOMOS

http://aprendendogenetica.blogspot.com.br/2011/03/aula-2-genetica-odontologia-cromossomos.html

Animação de compactação da cromatina
http://www.dnalc.org/resources/3d/08-how-dna-is-packaged-advanced.html

http://www.hhmi.org/biointeractive/dna-packaging

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ODONTOLOGIA - CRONOGRAMA E BIBLIOGRAFIA



OBJETIVO DA DISCIPLINA
Desenvolver os conhecimentos básicos de Genética, enfatizando a Genética Humana, onde o aluno deverá compreender as funções fundamentais do material genético desde a sua estrutura física e química, expressão e regulação, mutação e recombinação, até os conhecimentos básicos das aplicações da Genética em Odontologia.

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
As avaliações aplicadas incluirão, além de provas contendo questões objetivas e discursivas, estudos dirigidos, atividades orientadas e atividades práticas de modelagem molecular.
As provas AP1 e AP2 valerão 7,0 (sete) pontos e as demais atividades 3,0 (três) pontos. A AP3 vale 10,0 (dez).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- KLUG, W. S.; PALLADINO, M. A.; SPENCER C. A.; Cummings MR.Conceitos de Genética. ed. ARTMED, 2a. Ed., Rio de Janeiro, 2010.
- JORDE, C., BAMSHAD e WHITE. Genética Médica. Ed Elsevier. 3a. Ed. 2006.
- ROBINSON, W. M. e BORGES-OSÓRIO, M. R. Genética para Odontologia. ArtMed. 1ª. Ed. 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NUSSBAUM, R. I.; MCINNES, R. R.; WILLARD, H. F. Thompson & Thompson: Genética Médica. Ed. Elsevier, 7ª. Edição, Rio de Janeiro, 2008
WATSON et al. Biologia Molecular do gene. ARTMED, 5º edição.2006.
PIERCE, B. Genética um enfoque conceitual. 5a ed. Rio de Janeiro, 2002.
LEWIN, B. Genes IX. ARTMED, 9a. Ed, 2009.
GRIFFITHS, A. J. F.; MILLER, J. R.; SUZUKI, D. T.; LEWONTIN, R. C.; GELBART, W. M. Introdução à Genética. Ed. Gen, 9a. Ed, 2008.

CRONOGRAMA PROPOSITIVO

mês
sexta
 atividade
agosto
26
Apresentação do curso e avaliações. Conceitos básico de Genética. Genética e Saúde 
setembro




2
 Ciclo celular e divisão.
9
 Citogenética I – Os cromossomos.
16
 Citogenética II – Anomalias cromossômicas
23
 Mecanismos de herança. Elaboração de heredogramas.
30
 Estudo Dirigido 1
outubro



7
A1
14
FERIADO
21
Vista de prova.
 Utilização da informação genética.
28
 Estrutura e propriedades dos ácidos nucleicos.
novembro



4
 Expressão gênica.
11
 Polimorfismos genéticos.
18
  Estudo Dirigido 2
25
A2
dezembro


2
 Vista de prova.
9
 Revisão.
16
A3


quarta-feira, 6 de julho de 2016

ATENÇÃO TODOS

Prezados todos,

As provas A3 não ficam com os docentes. São devolvidas à Instituição para arquivamento, assim como os relatórios de notas e frequência. 
Assim, alunos que tem interesse em solicitar revisão e/ou vista de A3 devem seguir os procedimentos acadêmicos.

De acordo com o manual do aluno,  
Para a revisão das provas de A3 o aluno deverá solicitar a cópia da prova via protocolo online; e, se achar que há dissonância, deverá solicitar a revisão (dentro dos prazos previstos no calendário). O pedido de revisão de prova e de nota deve ser fundamentado pelo aluno. Pedidos sem fundamentação não serão atendidos.