Researcher ID

VISUALIZAÇÕES NA SEMANA

domingo, 20 de novembro de 2011

MOLÉCULA DE DNA - ATIVIDADE

Parabéns pela criatividade dos trabalhos. agora é eleger o mais interessante e criativo!
Boa sorte a todos.

DNA 01 - DNA TOALHA

DNA 02 - DNA JUJUBA

DNA 03 - DNA NEGRO

DNA 04 - DNA NATALINO

DNA 05 - DNA ORIGAMI

DNA 06 - DNA MOLECULAR

DNA 07 - DNA ESPACIAL


DNA 08 - DNA COTONETE

DNA 09- DNA ENROLADO

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CICLO CELULAR E MITOSE

Durante sua vida, uma célula passa por diferentes etapas, caracterizadas por eventos celulares específicos e por alterações biológicas importantes. O fluxo entre estas etapas, ou transições, é finamente regulado e requer a ação de proteínas específicas, em geral proteínas quinases, que controlam a sucessão de etapas. Basicamente as etapas ocorrem de forma cíclica, representando o ciclo de vida da célula. Este ciclo é dividido em 2 fases: a intérfase e a divisão (mitose).
A intérfase pode ser subdividida em três etapas. As fases G1, S e G2. Na fase G1, também chamada fase de crescimento, a célula cresce, dobrando seu conteúdo citoplasmático. Neste momento há intensa síntese de proteínas e de diversas moléculas necessárias para o metabolismo da célula. Na fase S, ou fase de síntese, ocorre a duplicação de DNA, um evento que será estudado mais a fundo posteriormente e que consiste na duplicação do material genético. Na fase G2, ou de preparação para a divisão, a célula produz as moléculas necessárias ao processo de divisão celular.
Após ter cumprido estas etapas a célula, então, entra em divisão (mitose).
Eventualmente algumas células altamente especializadas não cumprem a transição de comprometimento com a divisão celular, não ultrapassando o primeiro ponto de checagem durante a fase G1. Não ultrapassando este primeiro ponto, denominado ponto de restrição, a célula entra em repouso, em um fenômeno denominado quiescência. Esta etapa é também chamada de fase G0 ou fase quiescente.



Durante a etapa de divisão celular, dois fenômenos importantes ocorrem: a cariocinese, ou divisão do material genético e a citocinese, ou divisão do conteúdo citoplasmático. Para fins didáticos, o processo de mitose foi subdividido em etapas, a saber: 1 - Prófase; 2 - Metáfase; 3 - Anáfase e 4 - Telófase. Aguns autores, ainda, dividem a Metáfase em ProMetáfase e Metáfase propriamente dita. Entretanto, o mais importante é que possamos compreender os eventos que ocorrem no processo de divisão, lembrando sempre que se trata de um evento contínuo.


Na prófase, o material genético é condensado, constituindo os cromossomos. Nas células eucariontes, o DNA ocorre em associação a proteínas (que discutiremos na aula de cromossomos), constituindo a cromatina.A membrana nuclear é vesiculada e ocorre formação do fuso de divisão, a partir da migração dos centríolos para os polos opostos da célula, formando uma "rede" de microtúbulos aos quais os cromossomos se ligarão (Figura 1, I, II e IIII). Na metáfase, os cromossomos ligados às fibras do fuso de divisão são alinhados na porção mediana da célula (placa equatorial) (Figura 1 - IV). Na anáfase os cromossomos (que foram duplicados na fase S do ciclo celular, sendo constituídos de duas cromátides ligadas pelo centrômero) são separados (cariocinese), a partir da despolimerização dos microtúbulos (Figura 1- V e VI). Na telófase, os cromossomos já foram separados e há restituição da membrana nuclear. Coclui-se a divisão, com a citocinese, que corresponde à divisão do conteúdo citoplasmático (Figura 1 - VII e VIII).

 
Figura 1: Representação esquemática da mitose




ANIMAÇÕES:



 



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

cronograma propositivo - GENÉTICA PARA ODONTOLOGIA

Olá todos
Desculpem a demora na postagem do cronograma, mas estava aguardando a confirmação das datas das avaliações. Desta forma,


AGOSTO
12 – Apresentação do curso e avaliações
19 – ciclo celular e divisão celular
26 – estrutura e nomenclatura cromossômica
SETEMBRO
02 – anomalias cromossômicas
09 – mecanismos de herança
16 – heredogramas
23 – ESTUDO ORIENTADO
30 – PROVA 1
OUTUBRO
07 – estrutura de ácidos nucleicos
14 – replicação e transcrição
21 – sintese de proteinas e mutações
28 – polimorfismos genéticos
NOVEMBRO
04 – erros inatos no metabolismo
11 – avanços da genética na área de saúde
18 – seminários
25 – ESTUDO ORIENTADO
DEZEMBRO
02 – PROVA 2
09 – SEGUNDA CHAMADA
16 – PROVA FINAL

Avaliação:
provas valem 70% da nota (0,0 a 7,0)
atividades e trabalhos valem 30% da nota (0,0 a 3,0)

Livros indicados
Griffiths et al. Introdução à Genética. Ed. Gene, Rio de Janeiro, 2009.
ISBN: 9788527714976
Nussbaum et al. Genética Médica. Ed Elsevier, Sao Paulo, 2007
ISBN: 9788535221497
Klug et al. Conceitos de Genética. Ed. ARTMED, Rio de Janeiro, 2010.
ISBN: 9788536321158
Snustad & Simmons. Fundamentos da Genética. Ed. Gene, Rio de Janeiro, 2008.
ISBN: 9788527713740
Pierce. Genética. Um Enfoque Conceitual. Ed. Gene, Rio de Janeiro, 2004.
ISBN: 9788527709170
Brown. Genética. Um enfoque Molecular. Ed. Gene, Rio de Janeiro, 1999.
ISBN: 9788527705219

domingo, 3 de julho de 2011

TODOS

FINALMENTE GRAUS LANÇADOS
BOAS FÉRIAS

terça-feira, 21 de junho de 2011

NOTAS P2 E VEA - TODOS

Caros todos
as notas de prova 2 e segunda chamada já foram lançadas no sistema.
Boas férias aos aprovados e até a prova final aos demais

terça-feira, 14 de junho de 2011

GENÉTICA MOLECULAR - MANHÃ E NOITE - IMPORTANTE

Prezados todos
Em função de uma situação particular e extraordinária, e objetivando não haver prejuízo para nenhum discente em relação às notas das avaliações de P2, EXCEPCIONALMENTE alterarei a forma de cálculo da mesma.
Assim, teremos as seguintes possibilidades:
aluno que não realizou Estudo orientado - prova vale 10,0
aluno que realizou estudo orientado - a nota será calculada de duas formas, valendo a que for maior:
- opção 1: nota da prova valendo 7,0 + nota do ED valendo 3,0
- opção 2: nota da prova valendo 10,0

espero que desta forma não tenhamos problemas

terça-feira, 7 de junho de 2011

GENÉTICA MOLECULAR - ATIVIDADE ORIENTADA

GABARITO BÁSICO


1 - Para a síntese de proteínas, temos a formação do complexo de pré-iniciação, composto pela subunidade menor do ribossomo associada aos fatores de iniciação (IFs) e ao tRNA Met ativado (lembre-se que a ativação do tRNA é feita pela enzima aminoacil tRNA sintetase, com gasto de energia). Este complexo reconhece uma sequência específica no mRNA para dar início à tradução. Nos mensageiros procarióticos, é a sequência de Shine Dalgarno que é reconhecida. Nos mRNAs eucarióticos, é a sequência de Kozak. Após identificar a sequência, temos a associação da subunidade maior do ribossomo ao complexo, que passa a constituir um ribossomo completo (note que os fatores de iniciação já não mais fazem parte da estrutura). O ribossomo começa a deslizar por sobre o mRNA, identificando em seu sítio A os tRNAs complementares ao códon que determina a alocação do aminoácido. Fatores de alongamento (EFs) e a peptidil transferase serão responsáveis por conectar os aminoácidos e permitir a translocação do ribossomo códon a códon. Ao chegar ao códon de parada, por não haver tRNA, o ribossomo para e torna-se vulnerável a associação dos fatores de liberação (RFs), que dissociam as sub unidades e liberam o polipeptídeo formado.

2 - Polimorfismos genéticos são variantes alélicas que apresentam frequência igual ou superior a 1% na população. Representam uma parcela significativa da variabilidade genética que está distribuída na população, sendo resultado do processo evolutivo.

3 – com a introdução do dinucleotídeo AG entre o sétimo e o oitavo nucleotídeo da sequencia que codifica o peptídeo em questão criamos um códon de parada. Assim, o peptídeo gerado fica truncado no segundo aminoácido.

4 – as mutações de ponto podem ser substituições, adições ou deleções. Considerando que ocorram em uma sequência codificadora, as substituições provocarão um efeito localizado, exatamente no ponto onde houve a mutação, com possível troca do aminoácido codificado (possível porque, como o código genético é redundante, eventualmente há troca do códon sem troca do aminoácido). Caso ocorram adições ou deleções, por outro lado, como a fase de leitura da informação é alterada, todo o produto codificado será comprometido (exceto na situação de introdução ou remoção de múltiplos de 3 – por exemplo, se houver remoção de 3 nucleotídeos, somente haverá prejuízo na região alterada).

5 – Basicamente agrupamos os mecanismos em duas classes: os permanentes, nos quais há uma alteração no DNA que não mais poderá ser revertida (podendo ser uma alteração química – como no caso da inativação do X – ou uma alteração estrutural – como no caso da recombinação somática) e os transitórios, que são subdivididos em 2 grupos em função das características das moléculas sinalizadoras envolvidas: transitório direto, quando o sinalizador é hidrofóbico e capaz de atravessar a membrana, entrando na célula e realizando a modulação, ou transitória indireta, quando o sinalizador é uma molécula hidrofílica que necessita de um receptor para transduzir seu sinal para o citoplasma da célula, ativando uma cascata de reações que culmina com a modulação.