Sobre a replicação do DNA
http://aprendendogenetica.blogspot.com.br/2012/03/genetica-molecular-biologia-aula-02.html
animações:
http://www.youtube.com/watch?v=-mtLXpgjHL0
http://www.youtube.com/watch?v=teV62zrm2P0
http://www.youtube.com/watch?v=J2BzrA5IWtY
Este blog foi feito para os alunos de Genética dos cursos de Ciências Biológicas e de Odontologia da Universidade Veiga de Almeida. O responsável é Marcelo Aguiar Costa Lima, biólogo com Bacharelado (UFRJ), Mestrado (UFRJ) e Doutorado (UFRJ) em Ciências Biológicas, na modalidade Genética. http://lattes.cnpq.br/7864985542636759 ESCLAREÇO QUE ESTE BLOG NÃO É PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. SERVE PARA APOIO DE CONTEÚDO MINISTRADO EM SALA DE AULA.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
GENÉTICA MOLECULAR 2013 - CURIOSIDADE - BIOLOGIA
Falei com vocês sobre enzimas na apresentação.......... Mando um post relacionado que foi encaminhado por uma aluna alguns semestres atrás.
http://aprendendogenetica.blogspot.com.br/2010/06/bem-lembrado-pela-aluna-luciana-guedes.html
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
GENÉTICA MOLECULAR 2013 - AULA 01 - BIOLOGIA
ESTRUTURA MOLECULAR DE ÁCIDOS NUCLEICOS: A DESCOBERTA DA ESTRUTURA DO DNA E SUAS CONSEQUÊNCIAS.
http://aprendendogenetica.blogspot.com.br/2011/03/genetica-molecular-ciencias-biologicas.html
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GENÉTICA MOLECULAR 2013 - APRESENTAÇÃO DO CURSO - BIOLOGIA
Prezados alunos,
Mais um semestre letivo se inicia. Muitas novidades para discutirmos ao longo dos próximos meses.
Através do blog vocês poderão ficar atualizados com os assuntos ministrados em sala. Use a ferramenta siga no seu email para receber avisos sempre que novas postagens forem realizadas!
Datas importantes:
estudo orientado 01 - 01/04
estudo orientado 01 - 01/04
prova 1 - P1 - 08/04
estudo orientado 02 - 10/06
estudo orientado 02 - 10/06
prova 2 - P2 - 17/06
VEA (segunda chamada) - 24/06
prova final - P6 - 01/07
feriado - 22/04
Nossa programação básica incluirá o estudo das bases moleculares da hereditariedade, o surgimento e a manutenção da variabilidade, as ferramentas para estudo da biodiversidade e o impacto da variação nas populações. Temas como transgenia, células tronco, terapia gênica e clonagem serão discutidos à luz dos mais recentes achados da genética molecular.
Nossa bibliografia será:
Básica
Griffiths AJF; Miller JR; Suzuki DT;
Lewontin RC; Gelbart WM.. Introdução à Genética. Ed.
Gen, 9a. Ed, 2008.
Nussbaum RI; McInnes RR; Willard HF. Thompson & Thompson: Genética Médica. Ed. Elsevier, 7ª. Edição, Rio de Janeiro, 2008.
Pierce, B. Genética: um enfoque conceitual. 5a ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002.
Nussbaum RI; McInnes RR; Willard HF. Thompson & Thompson: Genética Médica. Ed. Elsevier, 7ª. Edição, Rio de Janeiro, 2008.
Pierce, B. Genética: um enfoque conceitual. 5a ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002.
Complementar
Brown, T. Genética: Um enfoque
molecular. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1999.
Otto, P. G. Genética Humana e Clinica. Rio de Janeiro: ROCA. 2004.
Watson et al. Biologia Molecular do gene. ARTMED, 5º edição. 2006.
Otto, P. G. Genética Humana e Clinica. Rio de Janeiro: ROCA. 2004.
Watson et al. Biologia Molecular do gene. ARTMED, 5º edição. 2006.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
ESTUDOS ORIENTADOS
Os estudos orientados devem ser entregues no dia da prova, 28/09
ESTUDO ORIENTADO 1
1 – Diferencie mitose de meiose
2 – Discuta a importância da ocorrência de permutação
3 – Como é feita a determinação do sexo em nossa espécie
ESTUDO ORIENTADO 2
1 – Discuta a importância da classificação cromossômica
2 – Diferencie os principais tipos de anomalia cromossômica numérica
3 – Seria possível um rearranjo cromossômico estrutural não
provocar consequências no fenótipo?
GENÉTICA - ODONTOLOGIA - ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS
ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS NUMÉRICAS
NÃO DISJUNÇÃO
NÃO DISJUNÇÃO
Eventualmente um fenômeno de separação incorreta dos cromossomos ocorre durante a divisão de uma célula. Este erro de separação é chamado não disjunção. O fenômeno pode ocorrer tanto na mitose quanto na meiose.
Quando
ocorre na meiose, a não disjunção leva à formação de gametas com número
incorreto de cromossomos. Entretanto, há diferença na proporção de
gametas anômalos formados dependendo do erro ocorrer na primeira divisão
(meiose I ou divisão reducional) ou na segunda divisão (meiose II ou
divisão equacional). Quando há erro na primeira divisão, 100% dos
gametas gerados tem conteúdo cromossômico anormal (50% com cromossomos a
mais e 50% com cromossomos a menos). Já se o erro ocorre na segunda
divisão, 50% dos gametas dserão normais, mas os 50% remanescentes terão
número incorreto de cromossmomos (25% com cromossomos a mais e 25% com
cromossomos a menos).
A
ocorrência de não disjunção mitótica leva a uma condição denominada
mosaicismo cromossômico. Neste caso, como o erro ocorre em células
somáticas, uma parte das células do organismo tem constituição
cromossômica normal e outra parte fica com constituição cromossômica
anormal. Assim, do ponto de vista genético, diferentes populações
celulares coexistem no mesmo organismo.
A não disjunção é a causa principal das anormalidades que envolvem o número dos cromossomos.
ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS NUMÉRICAS
As
anomalias cromossômicas numéricas podem ser de dois tipos: as
euploidias, nas quais há uma alteração envolvendo um conjunto
cromossômico completo ou seu múltiplo (n, 2n, 3n, etc....)
e
as aneuploidias, nas quais o número de cromossomos envolvidos não
alcança um conjunto cromossômico completo, ou seja, vai de 1 a (n-1)
cromossomos, a mais ou a menos. O tipo mais comum de aneuploidia é a
trissomia (presença de 3 cromossomos), mas podemos ter outras formas de
variação, como a nulissomia, a monossomia e a tetrassomia
Em nossa espécie, a euploidia é incompatível com a sobrevida. Triploidia (3n) em natimortos e tetraploidia (4n) em molas
já foram descritas. Já as aneuploidias possuem configurações genéticas
viáveis, permitindo que inferências sejam feitas em relação à presença
de cromossomos supra (a mais) ou infra (a menos) numerários. Em termos
gerais, poucas combinações genéticas com número de cromossomos alterado
são viáveis, e, dentre estas, destacamos 3 anomalias que quenvolvem
cromossomos autossômicos e 4 que envolvem cromossomos sexuais:
Autossômicas - ocorrem indistintamente em homens e mulheres
trissomia do 13, a síndrome de Patau
trissomia do 18, a síndrome de Edwards
trissomia do 21, a síndrome de Down (evite o termo "mongolismo")
trissomia do 13, a síndrome de Patau
trissomia do 18, a síndrome de Edwards
trissomia do 21, a síndrome de Down (evite o termo "mongolismo")
Sexuais - ocorrem distintamente em homens e mulheres
femininas
trissomia do X, a síndrome do triplo X (evite o termo "síndrome da superfêmea")
monossomia do X, a síndrome de Turner
masculinas
dissomia do X, trissomia sexual, a síndrome de Klinefelter
dissomia do Y, trissomia sexual, a síndrome do duplo Y (evite o termo "síndrome do supermacho")
ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS ESTRUTURAIS
Além dos distúrbios envolvendo a alteração do número dos cromossomos, temos também as anomalias que afetam a estrutura cromossômica como decorrência de quebras cromossômicas seguidas ou não de realocação de segmentos cromossômicos em regiões anormais.
Basicamente podemos categorizar estas ocorrências em quatro grupos:
1) deleções
neste tipo de anomalia estrutural, uma parte do cromossomo é perdida, resultando em monossomia para a região perdida. As deleções podem ser intersticiais, quando envolvem 2 pontos de quebra, com perda de um segmento interno e subsequente reunião da cromátide ou terminais, quando envolvem apenas um ponto de quebra, com perda de toda a extremidade do braço da cromátide.
2) duplicações
um segmento cromossômico é inserido em um homólogo, resultando na duplicação do segmento
3) inversões
nesta tipo de ocorrência, um segmento cromossômico é destacado e, após sofrer um giro de 180 graus, é reinserido (ficando com a orientação inversa)
4) translocação
quando há troca de segmentos entre cromossomos não homólogos, chamamos translocação recíproca. se a troca envolve um braço inteiro do cromossomo, ela é dita Robertsoniana.
femininas
trissomia do X, a síndrome do triplo X (evite o termo "síndrome da superfêmea")
monossomia do X, a síndrome de Turner
masculinas
dissomia do X, trissomia sexual, a síndrome de Klinefelter
dissomia do Y, trissomia sexual, a síndrome do duplo Y (evite o termo "síndrome do supermacho")
ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS ESTRUTURAIS
Além dos distúrbios envolvendo a alteração do número dos cromossomos, temos também as anomalias que afetam a estrutura cromossômica como decorrência de quebras cromossômicas seguidas ou não de realocação de segmentos cromossômicos em regiões anormais.
Basicamente podemos categorizar estas ocorrências em quatro grupos:
1) deleções
neste tipo de anomalia estrutural, uma parte do cromossomo é perdida, resultando em monossomia para a região perdida. As deleções podem ser intersticiais, quando envolvem 2 pontos de quebra, com perda de um segmento interno e subsequente reunião da cromátide ou terminais, quando envolvem apenas um ponto de quebra, com perda de toda a extremidade do braço da cromátide.
2) duplicações
um segmento cromossômico é inserido em um homólogo, resultando na duplicação do segmento
3) inversões
nesta tipo de ocorrência, um segmento cromossômico é destacado e, após sofrer um giro de 180 graus, é reinserido (ficando com a orientação inversa)
4) translocação
quando há troca de segmentos entre cromossomos não homólogos, chamamos translocação recíproca. se a troca envolve um braço inteiro do cromossomo, ela é dita Robertsoniana.
formado a partir de um erro na segregação, apresenta perda de um dos braços e dusplicação do outro.
GENÉTICA - ODONTOLOGIA - CROMOSSOMOS
CROMOSSOMOS
Os
cromossomos são as unidades básicas da hereditariedade. O estudo destas
estruturas celulares responsáveis pela transmissão das características é
denominado citogenética. Estruturalmente, o cromossomo pode ser
definido como uma unidade filamentosa de DNA altamente enovelada, que é
observada durante o processo de divisão celular. Entretanto, o uso
generalizado levou à associação do termo cromossomo ao material genético
de uma célula.
O
enovelamento característico dos cromossomos é decorrente da associação
do filamento de DNA com proteínas, constituindo uma unidade estrutural
denominada cromatina. A cromatina pode ser classificada em dois grupos
gerais: i) a cromatina mais condensada, indisponível para transcrição
dos genes, que é chamada heterocromatina e ii) a cromatina mais frouxamente enovelada, disponível para transcrição dos genes, denominada eucromatina. O
empacotamento da cromatina é extremamente importante para a viabilidade
da célula. Imagine que você fosse capaz de alinhar os 46 cromossomos
que compõe o genoma nuclear humano. O filamento formado teria cerca de
1,8m! Isso mesmo, cerca de um metro e oitenta!
As
proteínas que se associam ao DNA para compor a cromatina pertencem
basicamente a dois grupos: i) as histonas, proteínas de caráter básico
que são as responsáveis pelas etapas iniciais de condensação
(enovelamento) do DNA e ii) as proteínas não-histonas, que pertencem a
uma ampla variedade de famílias protéicas e são responsáveis pelas
etapas posteriores de condensação e que culminam com o empacotamento
máximo da cromatina, denominado cromossomo. O cromossomo é, então, o DNA
na sua forma mais enovelada (e que se apresenta como uma molécula em
forma de bastão com um comprimento cerca de 10.000 vezes menor que a
molécula de DNA que o originou).
Diversas etapas, inicialmente envolvendo os 5 tipos de histonas (H1, H2a, H2b, H3 e H4) devem ser cumpridas para que o enovelamento possa ser concretizado. A associação com unidades de quatro tipos de histonas em pares (2 unidades de cada um dos tipos H2a, H2b, H3 e H4), denominada octâmero de histonas, é o primeiro passo, formando o nucleossoma, uma estrutura que se assemelha a um colar de contas. A presença da histona H1 nos intervalos do nucleossoma forma o solenóide, que, por sua vez, é enovelado sobre si mesmo gerando uma fibra cromossômica. O empacotamento sequencial das fibras gera o cromossomo propriamente dito.
Diversas etapas, inicialmente envolvendo os 5 tipos de histonas (H1, H2a, H2b, H3 e H4) devem ser cumpridas para que o enovelamento possa ser concretizado. A associação com unidades de quatro tipos de histonas em pares (2 unidades de cada um dos tipos H2a, H2b, H3 e H4), denominada octâmero de histonas, é o primeiro passo, formando o nucleossoma, uma estrutura que se assemelha a um colar de contas. A presença da histona H1 nos intervalos do nucleossoma forma o solenóide, que, por sua vez, é enovelado sobre si mesmo gerando uma fibra cromossômica. O empacotamento sequencial das fibras gera o cromossomo propriamente dito.
Podemos
identificar uma série de elementos na organização estrutural de um
cromossomo. Cada filamento constitui uma cromátide, que possui 2
extremidades denominadas telômeros. A cromátide é dividida por uma
região mais condensada, denominada centrômero. O centrômero tem papel
importante na separação dos cromossomos, pois é nesta região que se
encontra o cinetocóro, complexo proteíco ao qual as proteínas do fuso de
divisão se ligam.
O centrômero divide a cromátide em dois segmentos: o braço curto (referido como p) e o braço longo (referido como q). Dependendo
da posição que o centrômero ocupa, podemos classificar os cromossomos
em metacêntrico (centrômero na região central); sub-metacêntrico
(centrômero deslocado para uma das extremidades, estabelecendo um braço
que ocrresponde a cerca de 2/3 do cromossomo e outro correspondente a
1/3); acrocêntrico (centromero nitidamente deslocado para uma das
extremidades) e telocêntrico (centrômero na região telomérica, fazendo
com que o cromossomo apresente apenas 1 braço).
Em relação ao tamanho, originalmente os cromossomos foram divididos em 7 grupos (A a G), em ordem decrescente de tamanho:
- grupo A – cromossomos 1, 2 e 3
- grupo B – cromossomos 4 e 5
- grupo C – cromossomos 6 a 12 e X
- grupo D – cromossomos 13 a 15
- grupo E – cromossomos 16 a 18
- grupo F – cromossomos 19 e 20
- grupo G – cromossomos 21, 22 e Y
Com
as técnicas de bandeamento, cada cromossomo pode ser identificado a
partir de seu padrão de bandas. Estas técnicas consistem no tratamento
de uma preparação de células rompidas que encontravam-se em processo de
divisão, que são coradas e analisadas em microscópio. Com o bandeamento é
possível identificar cada um dos cromossomos. A partir de então, os
cromossomos autossômicos são numerados de 1 a 22 em ordem decrescente de
tamanho. O par sexual é composto pelos cromossomos X e Y. Desta forma, a
espécie humana apresenta 24 tipos de cromossomos diferentes: os 22
autosomos, e os sexuais X e Y (que apesar de comporem um par são
diferentes entre si).
GENÉTICA - ODONTOLOGIA - MEIOSE
DIVISÃO CELULAR - MEIOSE
A meiose é uma estratégia de divisão
que está relacionada a formação de gametas. Durante a meiose ocorre apenas uma
duplicação do DNA associada a duas divisões celulares sucessivas. Assim, o
produto da meiose é a formação de quatro células filhas que contém metade do
material genético da célula mãe. A primeira divisão é reducional (reduz à
metade o conteúdo genético da célula filha) e a segunda divisão é equacional
(distribui o conteúdo reduzido às células filhas). A meiose é subdividida em
Meiose I e Meiose II.
A Prófase I é a etapa na qual os cromossomos se
espiralizam e, com a formação da tétrade meiótica, pode haver
intercâmbio de material genético entre cromátides não irmãs. Este fenômeno de
troca é conhecido como crossing over ou permutação.
A Prófase I é subdividida em:
Leptóteno – cromossomos se apresentam finos e
longos;
Zigóteno – ocorre o pareamento dos cromossomos
homólogos (bivalentes), onde cada bivalente apresenta quatros filamentos
compactados (cromátides) de DNA (tétrade meiótica). Há a sinapse e a formação
do complexo sinaptonêmico;
Paquíteno – ocorre o crossing over e permuta gênica
entre segmentos de cromátides homólogas, sendo o processo uma fonte de
variabilidade genética;
Diplóteno – os cromossomos homólogos se separam;
Diacinese – o complexo sinaptonêmico é desfeito, os
cromossomos estão espiralizados, membrana nuclear é vesiculada e os centríolos
se organizam para formar o fuso de divisão.
Na Metáfase I os cromossomos são dispostos na placa
equatorial para que na Anáfase I, os fusos migrem para polos opostos, carreando
cromossomos homólogos inteiros. Na Telófase I os cromossomos atingem os polos,
a membrana nuclear é refeita e a membrana celular é estrangulada, formando duas
células filhas com duas cromátides de cada cromossomo.
Na segunda divisão, a meiose II, as etapas da
Prófase II e Metáfase II são semelhantes aos processos que ocorrem na mitose.
Na Anáfase II os fusos de divisão se contraem e carreiam as cromátides irmãs
para polos opostos. Na Telófase II as cromátides atingem os polos opostos, há
reconstituição da membrana nuclear e, finalmente, o estrangulamento da membrana
celular, formando quatro células filhas,
cada uma com uma cromátide de cada cromossomo da célula mãe.
Nos
homens, o processo de formação dos gametas é denominado espermatogênese, sendo
formados quatro espermatozóides para cada espermatogônia que entra em meiose.
Nas
mulheres, o processo é denominado ovogênese e tem como característica a
formação de um óvulo e três corpúsculos polares para cada ovogônia que entra em
divisão.
links com
animações:
GENÉTICA - ODONTOLOGIA - MITOSE
Durante a etapa de
divisão celular, dois fenômenos importantes ocorrem: a cariocinese, ou
divisão do material genético e a citocinese, ou divisão do conteúdo
citoplasmático. Para fins didáticos, o processo de mitose foi
subdividido em etapas, a saber: 1 - Prófase; 2 - Metáfase; 3 - Anáfase e
4 - Telófase. Aguns autores, ainda, dividem a Metáfase em ProMetáfase e
Metáfase propriamente dita. Entretanto, o mais importante é que
possamos compreender os eventos que ocorrem no processo de divisão,
lembrando sempre que se trata de um evento contínuo.
Na prófase, o material genético é condensado, constituindo os cromossomos. Nas células eucariontes, o DNA ocorre em associação a proteínas (que discutiremos na aula de cromossomos), constituindo a cromatina.A membrana nuclear é vesiculada e ocorre formação do fuso de divisão, a partir da migração dos centríolos para os polos opostos da célula, formando uma "rede" de microtúbulos aos quais os cromossomos se ligarão (Figura 1, I, II e IIII). Na metáfase, os cromossomos ligados às fibras do fuso de divisão são alinhados na porção mediana da célula (placa equatorial) (Figura 1 - IV). Na anáfase os cromossomos (que foram duplicados na fase S do ciclo celular, sendo constituídos de duas cromátides ligadas pelo centrômero) são separados (cariocinese), a partir da despolimerização dos microtúbulos (Figura 1- V e VI). Na telófase, os cromossomos já foram separados e há restituição da membrana nuclear. Coclui-se a divisão, com a citocinese, que corresponde à divisão do conteúdo citoplasmático (Figura 1 - VII e VIII).
Na prófase, o material genético é condensado, constituindo os cromossomos. Nas células eucariontes, o DNA ocorre em associação a proteínas (que discutiremos na aula de cromossomos), constituindo a cromatina.A membrana nuclear é vesiculada e ocorre formação do fuso de divisão, a partir da migração dos centríolos para os polos opostos da célula, formando uma "rede" de microtúbulos aos quais os cromossomos se ligarão (Figura 1, I, II e IIII). Na metáfase, os cromossomos ligados às fibras do fuso de divisão são alinhados na porção mediana da célula (placa equatorial) (Figura 1 - IV). Na anáfase os cromossomos (que foram duplicados na fase S do ciclo celular, sendo constituídos de duas cromátides ligadas pelo centrômero) são separados (cariocinese), a partir da despolimerização dos microtúbulos (Figura 1- V e VI). Na telófase, os cromossomos já foram separados e há restituição da membrana nuclear. Coclui-se a divisão, com a citocinese, que corresponde à divisão do conteúdo citoplasmático (Figura 1 - VII e VIII).
Figura 1: Representação esquemática da mitose
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